quinta-feira, julho 14, 2005

Qual a diferença?

Desculpem insistir neste assunto mas, qual a diferença entre o acto terrorista de Novembro de 74 em que 21 pessoas foram assassinadas em Birmingham em dois pubs, por arrebentamento de bombas, supostamente plantadas por cidadãos do Reino Unido, nascidos no Reino Unido, afectos à IRA e o acto terrorista de Julho de 05 em que mais de 50 pessoas foram assassinadas em Londres, em transportes públicos, por arrebentamento de bombas supostamente plantadas por cidadãos do Reino Unido, nascidos no Reino Unido afectos à Al-Queda?
A religião? A origem geográfica da sua genética? A superioridade civilizacional? A superioridade moral?

NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! São absolutamente iguais.

10 comentários:

carlos disse...

Não me parece que sejam absolutamente iguais, TóZé, quanto mais não seja por isto: os atentados terroristas do IRA eram um problema exclusivamente britânico, estes não o são.

Mariana Matos disse...

O Carlos tem razão. A diferença, parece-me, reside aí. Não tem nada a ver, nisso estou de acordo, com superioridade civilizacional ou com religião, mas de facto os "atentados terroristas do IRA eram um problema exclusivamente britânico". Essa é que é essa.

Paulo Pacheco disse...

Atenção .. a religião É diferente... que (também)advém do facto da ascendencia (geografia) destes Britanicos.

TóZé disse...

Claro que a religião é diferente, claro que ascendência é diferente,
claro que as diferenças são imensas.
Mas na essência são homens/mulheres a fazer o mal.

A mãe do Jonh não chora mais do que a mãe da Mary só pq o terrorista que lhe matou o filho tem uma raça ou credo diferente..

Rui Coutinho disse...

Uma bomba nunca "sabe" quem mata. Colhe apenas vidas.

Paulo Pacheco disse...

eu apenas tentei responder á pergunta.. não é preciso bater pá!

TóZé disse...

eh home, eh nã bate in ninguém!

Nuno Barata disse...

A diferença é precisamente 30 anos. Nós, civilização ocidental vamsos muito à frente. Será que não dá para entender?
Entre a primeira e a segunda guerras "fraticidas" foram 21 anos, mas já passaram 60 sem que houvesse mais alguma. Tozé isso chama-se aprender com os erros do passado. Isso é ir mais á frente. Goste-se ou não. O que eu gostava mesmo é que fossemos todos à frente. Esse dia está mais próximo de nós do que deles.

Maria do Céu Rêgo-Costa disse...

Eu não concordo com o termo "à frente". Ninguém pode saber se vai à frente ou atrás...é uma questão de Civilização e de Religião, acho eu.

Anónimo disse...

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