"Este verso, apenas um arabesco
em torno do elemento essencial – inatingível.
Fogem nuvens de verão, passam aves, navios, ondas,
e teu rosto é quase um espelho onde brinca o incerto movimento,
ai! já brincou, e tudo se fez imóvel, quantidades e quantidades
de sono se depositam sobre a terra esfacelada.
Não mais o desejo de explicar, e múltiplas palavras em feixe
subindo, e o espírito que escolhe, o olho que visita, a música
feita de depurações e depurações, a delicada modelagem
de um cristal de mil suspiros límpidos e frígidos: não mais
que um arabesco, apenas um arabesco
abraça as coisas, sem reduzi-las."
"E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando as vidas dos insectos..." Mário Quintana
segunda-feira, janeiro 31, 2011
terça-feira, janeiro 25, 2011
Crónica de um Senador
"Estamos, portanto, na mesma situação que estávamos antes das eleições, só que agora o Presidente pode falar em nosso nome com toda a legitimidade democrática. É indiferente que tenham votado nele apenas 16% do eleitorado açoriano. Dos que votaram validamente, 52,88% apoiaram a reeleição de quem nos tratou como nenhum açoriano tem o direito de ignorar.
..."
Carlos Melo Bento
2011-01-25
..."
Carlos Melo Bento
2011-01-25
sábado, janeiro 22, 2011
Não me dês Cavaco

A não ser que seja cozinhado à Açoriano:
1. Leve uma panela grande com aproximadamente 2 cm de água ao fogo até a água ferver.
2. Acrescente o sal e encaixe a cesta própria para o cozimento a vapor.
3. Coloque o Cavaco, de preferência vivo, na cesta e tape a panela. Deixe cozinhar no vapor por 8 minutos sem abrir a tampa da panela.
5. Corte da cabeça ao rabo.
5. Sirva com a manteiga "Milhafre" derretida.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Dupla nacionalidade
O nosso país precisa de pessoas que nasçam duas vezes.
Nobre o “Salsichas”
Não me dês Cavaco
Nobre o “Salsichas”
Não me dês Cavaco
Cavaco azedo
Para serem tão azedos como Cavaco terão que coalhar duas vezes.
Manuel Alegre o “Desnatado”
Não me dês Cavaco
Manuel Alegre o “Desnatado”
Não me dês Cavaco
Produtos SONAE
Não venderia estes candidatos nem que fossem produtos da SONAE.
Belmiro de Azevedo o “Mr. Scrooge”.
Não me dês Cavaco
Belmiro de Azevedo o “Mr. Scrooge”.
Não me dês Cavaco
domingo, janeiro 16, 2011
O Polvo
Para terem mais pernas do que eu, têm que nascer 4 vezes.
Cavaco Silva, o "Polvo".
Não me dês cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Cavaco Silva, o "Polvo".
Não me dês cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Consumir Açores
“Temos que consumir o que é nosso, preferir as empresas que são nossas, recorrer aos prestadores de serviços que têm sede na nossa região”
Carlos César, o "Açoriano"
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Carlos César, o "Açoriano"
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
terça-feira, janeiro 11, 2011
De volta "ao seu estilo antigo da arrogância”
Para serem mais arrogantes do que Cavaco Silva, tem que nascer duas vezes.
Manuel Alegre o "Triste".
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Manuel Alegre o "Triste".
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
domingo, janeiro 09, 2011
Mota Amaral loves Cavaco Silva
Nem nascendo duas vezes se percebe o apoio de Mota Amaral a Cavaco Silva.
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Mudo e calado
Para serem mais calados do que eu sobre o BPN têm que nascer mudos duas vezes.
Cavaco Silva o "Calado".
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Cavaco Silva o "Calado".
Não me dês Cavaco.
toze_almeida@yahoo.com
Ofício
"Apagas uma palavra como o vento árido
a pegada.
Sem piedade, limpas do branco o balbucio ténue
como quem arranca do chão a erva daninha.
Fica entre os dedos um cheiro a terra fresca, húmida
e fértil.
Lavrador de música, pegas noutra.
Esperas que nessa passe um barco, os cântaros se encham
de vinho para a festa, ou uma maçã amadureça
nos tristes galhos do inverno.
Nunca sabes: as palavras são bailarinas imprevisíveis;
ou te levam para um campo de águas bravas
ou fogem de ti rindo, por seres tão pobre."
a pegada.
Sem piedade, limpas do branco o balbucio ténue
como quem arranca do chão a erva daninha.
Fica entre os dedos um cheiro a terra fresca, húmida
e fértil.
Lavrador de música, pegas noutra.
Esperas que nessa passe um barco, os cântaros se encham
de vinho para a festa, ou uma maçã amadureça
nos tristes galhos do inverno.
Nunca sabes: as palavras são bailarinas imprevisíveis;
ou te levam para um campo de águas bravas
ou fogem de ti rindo, por seres tão pobre."
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Eduardo Bettencourt Pinto
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