Será que vivemos numa nação em que é possível chegar a primeiro-ministro forjando e falsificando diplomas académicos?
Será que vivemos numa nação em que é possível chegar a primeiro-ministro solicitando, pedindo ou aceitando, “luvas” ou outros acessórios?
Será que vivemos numa união em que é possível levantar razoável suspeita sobre o primeiro ministro de uma outra nação, dessa mesma união, só porque esse primeiro ministro não foi célere em ajudar na arquivação de um processo de um cidadão especial conhecido como pai de uma tal menina Kate McCann, tragicamente “assassinada” no Allgarve?
"E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando as vidas dos insectos..." Mário Quintana
quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
Acabei de fazer um cruzeiro e adorei!
Estávamos no meio de uma reunião, nada importante. Discutíamos a nossa ETAR e os investimentos necessários para 2009. A minha colega explicava algo que eu não estava a perceber e dirigiu-se à janela para apontar a estrutura em discussão. Quando chegou à janela começou, de repente, a guinchar e a pular, todas as suas partes a saltarem em diferentes direcções, como se tivesse descoberto o amante perfeito. Pensei que tivesse repentinamente enlouquecido, ou que um rato lhe tivesse subido pela saia acima, ou coisa assim. Depois guinchou, - Golfinhos! Milhões de golfinhos! -. Timidamente aproximei-me da janela e, believe it or not, não eram milhões mas eram muitos.
Foi muito agradável, assim do nada, estar, numa manhã solarenga de Janeiro, a testemunhar um “cardume” de golfinhos aos pulos e saltos. Num fechar de olhos, não estava num gabinete de trabalho mas sim num cruzeiro, e achei estranho a minha colega não estar de biquíni. Debruçados no varandim ficamo-nos consolando, até ao fim do espectáculo. Por fim a minha colega ficou de varanda a fumar um cigarro como se tivesse acabado de passar por uma experiencia singular e a nossa reunião deu-se por terminada.
Foi muito agradável, assim do nada, estar, numa manhã solarenga de Janeiro, a testemunhar um “cardume” de golfinhos aos pulos e saltos. Num fechar de olhos, não estava num gabinete de trabalho mas sim num cruzeiro, e achei estranho a minha colega não estar de biquíni. Debruçados no varandim ficamo-nos consolando, até ao fim do espectáculo. Por fim a minha colega ficou de varanda a fumar um cigarro como se tivesse acabado de passar por uma experiencia singular e a nossa reunião deu-se por terminada.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
domingo, janeiro 25, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
quarta-feira, janeiro 21, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
Descoberta histórica
Grupo de antropologistas descobre tribo isolada que nunca ouviu falar de Barak Obama. A tribo, que não reconheceu nem o nome, nem a imagem do ícone da mudança, ficou muito orgulhosa e cheia de esperança pelo facto de um afro-americano ter chegado a uma casa pintada de branco.
A referida tribo, que vive uma sociedade matriarcal, conseguiu, através de descrições picturais fazer uma apresentação do seu património histórico em que demonstraram ser, também, uma sociedade aberta a minorias e oprimidos tendo mesmo contado que terão tido, por volta do ano do segundo sol após a sexta lua, um rei homossexual, que acabou assassinado pelo amante que queria ser rainha.
A referida tribo, que vive uma sociedade matriarcal, conseguiu, através de descrições picturais fazer uma apresentação do seu património histórico em que demonstraram ser, também, uma sociedade aberta a minorias e oprimidos tendo mesmo contado que terão tido, por volta do ano do segundo sol após a sexta lua, um rei homossexual, que acabou assassinado pelo amante que queria ser rainha.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Sobre Sócrates como curandeiro da recessão
" O País precisa de um médico e Sócrates foi um delegado de propaganda médica. Só trazia amostras e prendinhas."
José Adelino Maltez, professor de Ciência Política, Visão, 8 de Janeiro de 2009
José Adelino Maltez, professor de Ciência Política, Visão, 8 de Janeiro de 2009
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