"E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando as vidas dos insectos..." Mário Quintana
domingo, dezembro 16, 2007
No Sapatinho
A reprodução do diário de Frida Khalo é uma edição muito especial. Nunca visto fora do México, sendo que esteve fechado à chave no Museu Frida Khalo em Cocoyan, esta publicação de excelente qualidade permitiu a divulgação facsimilada de páginas surpreendentes em 1995 (1ª edição).As 161 páginas do diário alternam entre texto e imagens, e são antecedidas de uma introdução pelo novelista mexicano Carlos Fuentes, e de um ensaio da autoria da historiadora de arte Sarah Lowe, a qual, no final, descreve detalhadamente cada uma das páginas do diário.
Frida Khalo manteve o seu diário aproximadamente desde 1944 até à sua morte, que ocorreu dez anos depois. Tinha então 47 anos. Segundo a sua biografia de 1983, o volume vermelho de capa em pele que lhe serviu de diário teria sido comprado numa loja de livros raros em Nova Iorque por um amigo, o qual lho teria mandado na esperança de que ela se sentisse menos só na sua doença. Lembre-se que Frida Khalo sofreu um acidente que por pouco não a matou, aos 18 anos de idade, junto à Escola Preparatória Nacional.
O sofrimento que esse acidente lhe provocou é amplamente ilustrado nas palavras e pinturas que fazem este diário, bem como o amor, a política e a vida.
sábado, dezembro 15, 2007
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Recomendação de Leitura
Útil, prático, realizado com muita qualidade,
o Dicionário da Academia das Ciências
apresenta ainda a transcrição fonética actualizada das palavras que usamos todos os dias.
Óptimo para tirar teimas,
e esclarecer dúvidas mais ou menos
pertinentes,
quanto ao modo como pronunciamos o nosso português.
Consulte, pela sua saúde.
o Dicionário da Academia das Ciências
apresenta ainda a transcrição fonética actualizada das palavras que usamos todos os dias.
Óptimo para tirar teimas,
e esclarecer dúvidas mais ou menos
pertinentes,
quanto ao modo como pronunciamos o nosso português.
Consulte, pela sua saúde.
Apoiado
"Para a maioria dos portugueses a língua continua a ser apenas a de vaca, caída no prato com um molhinho quente e batatas cozidas.
A língua que falamos assumiu, como quase tudo, um valor descartável. É também por isso que a língua-pátria de Pessoa morre todos os dias mais um bocadinho nas páginas dos jornais. E morre sobretudo quando se acha que nada disso interessa afinal. Quando cada falante a usa como pode e não como deve. (...)É que escolher falar mal a própria língua não é uma opção, mas uma profunda irresponsabilidade."
Excertos do artigo de opinião de Cláudia Cardoso," Língua à portuguesa", publicado na edição de hoje do jornal Açoriano Oriental.
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língua portuguesa
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Pontos de Vista
Um grande fabricante de calçado mandou dois empregados seus a África investigar se valia a pena a sua empresa investir numa fábrica de calçado naquele território. Para a investigação ser conclusiva, mandou um empregado entrar pelo lado norte do território e o outro pelo lado sul. Passada uma semana recebeu os resultados das duas investigações: o empregado, que entrou pelo lado norte do território concluiu que não valia a pena investir, porque lá não calçavam sapatos e o empregado que entrou pelo lado sul concluiu que valia a pena investir, porque lá não calçavam sapatos.
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Boas notícias

A notícia de que 16 mil pessoas visitaram este ano o núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, na cidade de Ponta Delgada, que foi inaugurado há ano e meio, depois de ter sido recuperado, é uma excelente notícia. Significa, por exemplo, que valeu a pena reabrir as portas da Igreja do Colégio de Ponta Delgada, que esteve encerrada durante 40 anos, ao serviço de quase tudo, menos da Cultura.
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cultura
terça-feira, dezembro 11, 2007
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Nostalgia
...""Tive infância, fui feliz, os crescidos tratavam-me bem.
Escreve olhos cheios de infância, anda. Assim como assim talvez te ajude a viver."
António Lobo Antunes
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citação importante
Fragilidade
"Este verso, apenas um arabesco
em torno do elemento essencial - inatingível.
Fogem nuvens de verão, passam ares, navios, ondas,
e teu rosto é quase um espelho onde brinca o incerto movimento,
ai! já brincou, e tudo se fez imóvel, quantidades e quantidades
de sono se depositam sobre a terra esfacelada.
Não mais o desejo de explicar, e múltiplas palavras em feixe
subindo, e o espírito que escolhe, o olho que visita, a música
feita de depurações e depurações, a delicada modelagem
de um cristal de mil suspiros límpidos e frígidos: não mais
que um arabesco, apenas um arabesco
abraça as coisas, sem reduzi-las."
Carlos Drummond de Andrade
em torno do elemento essencial - inatingível.
Fogem nuvens de verão, passam ares, navios, ondas,
e teu rosto é quase um espelho onde brinca o incerto movimento,
ai! já brincou, e tudo se fez imóvel, quantidades e quantidades
de sono se depositam sobre a terra esfacelada.
Não mais o desejo de explicar, e múltiplas palavras em feixe
subindo, e o espírito que escolhe, o olho que visita, a música
feita de depurações e depurações, a delicada modelagem
de um cristal de mil suspiros límpidos e frígidos: não mais
que um arabesco, apenas um arabesco
abraça as coisas, sem reduzi-las."
Carlos Drummond de Andrade
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poesia porque sim
Saudade
Trovante
...porque há sempre alguém que nos diz tem cuidado.
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco.
Há sempre alguém que nos faz falta! Há saudade.
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musica porque sim
domingo, dezembro 09, 2007
Homenagem merecida!
Será lançado,
no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 18 horas,
na Sala D. Pedro V, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
um livro de estudos em homenagem a três professoras, cujo contributo para o estudo
das literaturas portuguesa e espanhola, foi marcante. São elas
a Prof. Dra. Maria Vitalina Leal de Matos,
a Prof. Dra. Maria Lucília Gonçalves Pires
e a Prof. Dra. Maria Idalina Resina Rodrigues.
O livro será apresentado pelo Prof. Dr. Aníbal Pinto Castro.
A elas, o nosso bem haja.
no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 18 horas,
na Sala D. Pedro V, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,
um livro de estudos em homenagem a três professoras, cujo contributo para o estudo
das literaturas portuguesa e espanhola, foi marcante. São elas
a Prof. Dra. Maria Vitalina Leal de Matos,
a Prof. Dra. Maria Lucília Gonçalves Pires
e a Prof. Dra. Maria Idalina Resina Rodrigues.
O livro será apresentado pelo Prof. Dr. Aníbal Pinto Castro.
A elas, o nosso bem haja.
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