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terça-feira, maio 26, 2009

Do baú

"(...)foi encomendada ao deputado Paulo Rangel (actual líder parlamentar do PSD) a argumentação» para sustentar o voto contra do partido."
Luís Filipe Menezes, ex-líder do PSD

"(...)O PSD compreende as razões (do veto político) do Presidente da República, em particular a que se relaciona com a redução dos poderes presidenciais. (...)"
Paulo Rangel

Como li num blogue que encontrei, por acaso, a questão resume-se, exactamente a isto:
"A votação do PSD, a respeito de um diploma que poderia ter evitado a Cavaco a solidão e ao partido a vergonha, foi surrealista. O líder parlamentar, Paulo Rangel, afirmou na televisão (após duas votações por unanimidade) que o partido tinha uma posição firme – a abstenção."

Sobre amigos e inimigos estamos, portanto, conversados.

Esclarecimento

Apressado a comentar o comentado, JBC quis esclarecer o mundo, que o blogue, este mesmo, era sectário na moderação dos comentários; porque, conclui o ilustre senhor deputado, houvera feito um comentário ontem, a um texto de Francisco do Vale César, em que este acusa Paulo Rangel de ser sectário e o comentário não tinha sido publicado. Feito ontem e não publicado! Vai daí, lança-se ao insulto, argumentando que não publicamos o comentário, porque ele “não é alinhado com o blogue e com a conversa dos que aqui escrevem” e, ainda, (espanto-me!) avisando: “Se é para ser sectário na publicação dos comentários, então avisem para eu não me dar ao trabalho”… Estou certa de que a Campanha para as Europeias tem deixado maldisposto JBC, mas, lamento ter que o desiludir a esse respeito: não é o Ardemares que tem culpa disso. Compreendo, que estas declarações de Paulo Rangel a juntar a outras tantas, passando, pela, não menos célebre, votação final do estatuto, o deixem aborrecido. Não é para menos. Isso, juntando à não menos badalada escolha do candidato do PSD/A, a deputado ao Parlamento Europeu, devem deixá-lo enervado…Porém, caro JBC, neste ou em qualquer outro sítio, onde, porventura, possamos cruzar argumentos, não tenho culpa nenhuma desse estado em que se encontra. E neste, como em muitos outros sítios, também não estou, nem estará ninguém, creio eu, deste blogue, “sentado à espera”, que JBC comente para, de imediato, autorizar a sua publicação. Quanto ao dar ao trabalho ou deixar de dar ao trabalho, saiba o senhor, que este blogue já existe há quatro anos, tirando os outros dois, em que era o Ardemar, e que nunca estive à espera dos seus comentários ou dos de quem quer que fosse, para fazê-lo. Se quiser comentar, comente; se não quiser comentar, não comente. A liberdade é também isso. Quem pode, usa-a. Quem não pode, amanha-se.